Eu olhei pra mim

Trilha sonora: Eu olhei o meu dia - Palavrantiga


A gente costuma esquecer quem somos e quem deveríamos ser. Esquecemos o quanto necessitamos da Graça e, frequentemente, nos sentimos melhores e maiores do que realmente somos. Quando esquecemos da nossa pequenez, nos tornamos autossuficientes, nos achamos capazes de controlar corretamente os nossos desejos, sentimos que podemos ser totalmente independentes. Destituímos Deus e nos tornamos deuses de nós mesmos. Erramos ao esquecer que nossa natureza é muito terrena e que ela anseia por coisas terrenas, enquanto nossa alma é eterna e grita por coisas eternas. 
Há um confronto extremo entre nosso ser carnal e nosso ser espiritual, e estando separados do Espírito Santo nosso lado terreno sempre prevalecerá. Faz parte da nossa natureza amar aquilo que nos mata. Faz parte da nossa carnalidade desejar mais o prazer temporário do que uma vida de privações e renúncias. Faz parte do nosso instinto humano optar por aquilo que é mais fácil.
A realidade é que precisamos de Deus, precisamos da graça e precisamos ser alcançados pelas misericórdias que fluem do grande amor de Deus por nós.





"(...) Por causa do pecado, porque eu sou viciado em mim mesmo, porque vivo nos destroços da queda, meu corpo, meu coração e meus afetos tendem a amar coisas que me matam. 
Tony diz que Jesus nos dá a capacidade de amar as coisas que devemos amar, as coisas do Paraíso. Tony diz que, quando as pessoas que seguem Jesus gostam das coisas certas, ajudam a criar o reino de Deus na Terra; e isso é uma coisa bonita.
Eu me descobri tentando gostar das coisas certas sem a ajuda de Deus – e foi impossível –. Tentei passar uma semana sem ter um pensamento negativo sobre outro ser humano e não consegui. Antes de fazer essa experiência, eu achava que era uma pessoa legal, mas, depois dela, me dei conta de que penso coisas ruins sobre as pessoas o dia inteiro, e que, como diz Tony, meu desejo natural era amar a escuridão. "


Donald Miller

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