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Mostrando postagens de Outubro, 2015

Eu quero ser como a Lúcia

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Vivo na esperança e expectativa do dia em que verei o País de Aslan. Quando tudo que é passageiro passará e a vida não terá mais limitações. Quando a noite cair sobre o mundo e o Imperador-de-Além-Mar se revelar em toda a sua majestade. Quando sons de trombetas ecoarem anunciando o caminho para Nova Nárnia. Um lugar onde não haverá dores e frustrações. Um lugar onde todos seremos um. O dia em que finalmente, começaremos o Capítulo Um da Grande História, a história que continua eternamente, onde cada capítulo é sempre melhor que o anterior. Pelas Jubas do Leão! Que dia lindo vai ser!

Uma poesia só

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A poesia também é uma catarse. Ela puxa as palavras do íntimo,
faz a gente falar até das lágrimas.
É importante escrever sobre si mesmo.
A tinta marcando o papel como se fosse na pele.
A alma nua diante das palavras. É um caminho de auto-conhecimento. É um caminho de desafogo. Um jeito de tentar ajeitar o que está desajeitado.  Apesar de todo desfalecimento, o poeta vence por que tem a poesia. Mesmo morrendo na luta, suas palavras continuarão resistindo. Elas resistirão ao tempo. Elas sobreviverão porque não envelhecem. A poesia é eterna. E o poeta se eterniza em sua arte.



País de Aslan

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Acabou-se o sonho: rompeu a manhã! 
E, a medida que Ele falava, já não lhes parecia mais um leão. E as coisas que começaram a acontecer a partir daquele momento eram tão lindas e grandiosas que não consigo descrevê-las. Para nós, este é o fim de todas as histórias, e podemos dizer, com absoluta certeza, que todos viveram felizes para sempre. Toda a vida deles neste mundo e todas as suas aventuras em Nárnia haviam sido apenas a capa e a primeira capa do livro. Agora, finalmente, estavam começando o Capítulo Um da Grande História que ninguém na terra jamais leu: a história que continua eternamente e na qual cada capítulo é muito melhor que o anterior.



A última batalha – As Crônicas de Nárnia