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Mostrando postagens de Novembro, 2013

Meu amor bonito

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"Aí eu paro e penso: com você, só com você, eu imaginei tudo assim. Todas essas coisas de romance bonito de filme, casamento, família, viagens, cachorros, canários, papagaios. Por quê? Porque eu te amo. Porque eu te quero. Porque eu nunca senti por ninguém nada perto do que sinto por você. Porque ninguém fez com que eu me sentisse assim, entregue, na corda bamba, com esse gosto de felicidade na boca."
| clarissa correa |





novembro negro

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Porque eu amo a diversidade. Porque pra mim não existe essa coisa de branco ou preto. Alguém me explica o porque que essa gente lesada discrimina por uma melanina a mais na pele? Please! Porque eu amo o negro e o branco, o pardo e o tição. Porque eu admiro as culturas. Porque em mim habita a fé em um Salvador universal que não vê distinção de raça.
Porque a cor dessa casca que guarda nossa alma não tem a m-í-n-i-m-a importância. Negros são lindos!!!!! Porque minha mãe do coração é negra. Porque meus avós do coração são negros. Porque tenho amigos que são negros. Porque em mim corre o sangue de todas as raças. Minha alma tem o dom e a graça de todas as cores! Ser diferente é bom! Ser diferente é essencial! Ser diferente é o mais legal de ser! Consciência de aceitar cada um como é, esse deveria ser o nome deste 20 de Novembro.


"Acima de sermos negros, brancos, árabes, judeus, americanos, somos uma única espécie. Quem almeja ver dias felizes, precisa aprender a amar a sua espécie. Se…

Do egoísmo que existe em cada um

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[Tudo não passa de retórica vistosa sobre amar você.
 Eu nunca tive um pensamento altruísta desde que nasci.
 Sou um mercenário egoísta o tempo todo;
 Quero Deus, você, todos os amigos apenas servindo a mim.

 Paz, garantia, prazer, são as minhas metas.
 Eu não consigo me arrastar um centímetro fora de minha pele;
 Eu falo de amor — o papagaio de um professor fala grego.
 Mas, preso dentro de mim, sempre acabo onde comecei.]


Na primeira vez em que li esse poema de C.S. Lewis, que é um tipo de confissão, me identifiquei tanto com os sentimentos dele que era como se alguém tivesse chamando meu nome. Eu falo de paz e causas boas, mas não sei dizer se já me importei de verdade com outra pessoa além de mim.
E não posso deixar de pensar: Será que eu sou o papagaio do poema recitando amor sem saber do que está falando?


A ruptura

"Mas eu sabia, por causa de meus próprios sentimentos, que havia algo errado comigo; e sabia que não era apenas comigo. Eu sabia que era com todo mundo. Era como uma bactéria, um câncer ou um transe. Não estava na pele, estava na alma.
Isso se revela em solidão, luxúria, raiva, inveja e depressão. Esse algo criava pessoas desajustadas em todo lugar — nas lojas, em casa, na igreja; um problema grave e profundo.
Acho que é como se estivéssemos partidos..."


Donald Miller, em Como os Pinguins me Ajudaram a Entender Deus.


Silêncios desmedidos

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Daqueles dias de sol calmo e olhar solto.


Eu tenho alma de biblioteca. Nas minhas retinas só cabem palavras. É a escrita a minha destreza. Na minha utopia, os poemas. Escrever é meu vício. Tenho sina de poeta. Eu tenho a letra e o papel. No meu coração pequeno mora o dom. Não sou Caio nem Clarisse. Não sou Manoel nem Quintana. Sou eu. Na simplicidade de ser meramente eu. Eu tenho riso literário. Tenho o lápis e o amanhã. Sou o desconhecido. O anônimo autor de um livro ainda não escrito. O personagem invisível de um clássico relido. Não sou a heroína de um romance. Sou antes, o intervalo. O vão. O espaço não preenchido. Eu sou o pó.