Eu te amo de qualquer jeito, guri. Com barba feita ou não. Cabelo cortado, arrepiado, escabelado, não importa. Eu te amo independente das coisas externas. E eu não consigo mais te ver por fora, só por dentro. Porque o que me chama e me prende a atenção é esse teu dom de falar com a alma, sem precisar dos lábios, só dos olhos. Sem precisar de palavras, só de expressões. E é bom conversar assim, às vezes, em silêncio. Eu te amo, portanto. Apesar de. Contudo. Afinal.

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