subindo degraus


Talvez essa fragilidade que me acompanha tão de perto seja apenas medo. Medo de perder a sensibilidade das coisas que os olhos não veem, perder o sorriso doce, a mania de admirar as estrelas, a paz que isso me traz. Medo de deixar escapar o momento certo de falar ou ficar quieta. De não dar o devido valor às pessoas, medo de perde-las por isso. De não conseguir. E o problema não é só meu medo do não, é que o sim também me assusta. São palavras, batalhas a serem travadas, conquistadas, vencidas. São etapas, todo mundo passa por elas não é?! 
Se amadurece com isso. É como dizem, se não for por bem, vai ser por mal. A gente escolhe. Ou atravessa pelo deserto sorrindo ou atravessa chorando. Ainda assim, vai atravessar. Os problemas estão à porta, mas é tipo pique-esconde, as soluções só esperam por serem encontradas.

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