dolorida


E eu me paro com meus porquês. Com minha decepção e indagações.
Com a falta de retidão de caminhos, de considerações, de temor.
Mas os impulsos que recebo vezemquando me levam adiante. Vou indo.
Caio nos buracos da minha estrada, me ergo, tropeço, levanto. É uma constante decisão. É um concerto após o outro. Não deixo minha carruagem quebrada. Mas qualquer coisa, monto no cavalo e sigo em frente. A dificuldade da ida não me assusta, me importa é onde vou parar. Onde será minha estância. 
O que são todas as minhas questões diante de um Deus onisciente?


Nada.

Comentários

M. disse…
Não irei pelo mesmo caminho que tu...Mas invejo-te.
Luci.Alves disse…
mas pode vir se quiser. quando quiser.
...e te espero M. (vem comigo!)

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