Não preciso de riquezas. Nem de palavras sobre palavras, que não me dizem nada. Não preciso de nada que me deslumbre os olhos, que me seja irreal, que logo logo o tempo apague. Não quero as luzes, os aplausos, as aparências. Não preciso de reconhecimento nem de tapinhas nas costas. Não quero e também não me convém provar dos manjares. Não tenho medo da fornalha nem dos leões. Não tenho medo de morrer, pela convicção de saber pra onde eu vou (um lugar sem fome, sem sede, sem pranto). Por ter fé, me mantenho firme.
Não sou cobaia de uma experiência, não sou guiada pela dor e não aprendo quem eu sou nas pobres páginas dos jornais.
Comemoro a morte do meu ego e assim eu vivo e tenho tanto pra dizer.


em itálico,trechos de letras da Banda Resgate.

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