amanhecendo por dentro


Ela acordou, abriu a janela e se deparou com um céu-sol-claro, simples assim, feito desenho de criança. Dia colorido, convidando o corpo a recrear, tirando a alma pra dançar. Uma sensação fora de época, tipo chuva de verão. E aquela claridade, que há tempos não se fazia, decifrou algumas listras, do fundo de listras, da vida dela. E de um jeito único, soletrou cada uma das suas palavras.


Eu simplesmente acredito que cada vida tem seu fundo de listras. Listras mutantes. Mudam de cor em cada sensação, cada gesto alheio, cada sorriso recebido, ou doado. Daniela Farias

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